1- CONTEXTUALIZAÇÃO
A gestão do conhecimento é parte integrante
do planejamento estratégico da organização. Um dirigente que sabe reconhecer
entre seus colaboradores os expoentes em conhecimentos tácitos, precisa
motivá-los a participar do processo de manutenção da empresa.
Esta cumplicidade é necessária, para que
tenhamos a distribuição do conhecimento tácito individual, formando o agregado
intelectual da organização. Este esforço deve ser sistemático e realizado no
sentido de manter um ambiente favorável
à criação, utilização, retenção e medição do conhecimento dentro da organização.
Dentro deste contexto, as organizações
“inteligentes” em GC selecionam seus alvos, direcionando recursos e esforços na
intenção de se obter um alto rendimento, aumentando o valor da empresa,
referente a seu valor usual de mercado.
Uma organização flexível, domina as técnicas
de GC, tem capacidade de inovação, aprende rápido e se adapta as mudanças de
mercado e exigência de clientes.
2- PRINCÍPIOS E PRÁTICAS
Organização baseadas na GC, precisam estar
voltadas para as adversidades e a solução rápida de problemas, que não ocorrem
com a mesma intensidade em produções estáveis em organizações permanentes.
Em GC há necessária a visão sistêmica da
organização, mais que organizando controles, mas mapeando processos e
procedimentos.
Ao realizar este mapeamento, ou manualização
dos procedimentos temos a transformação do conhecimento tácito em conhecimento
explícito. Isto se dá pela socialização, combinação, internalização.
3- FACILITADORES
Como base da rede de facilitadores temos as
relações pessoais informais, comunidades práticas, relações mestre VS aprendiz,
estímulo à participação, e a criatividade individual e coletiva dentro da
organização, trazendo benefícios para todos.
Novamente voltamos aos mapas e manuais, pois
funcionam como um guia de atividades a ser consultada. Estes guias ou mapas
apontam atividades que surtiram resultados e as que não muito certo. Isto é
aprendizagem organizacional e deve ser canalizada dentro do planejamento
estratégico.
É nesta fase que a Tecnologia deve ser
utilizada como suporte aos facilitadores, visando o armazenamento e a
distribuição do conhecimento.
A utilização das ferramentas de internet e
intranet, cria um ambiente altamente favorável à criatividade, precisa ser
corretamente orientada internamente, para que não caia na informalidade total,
o que prejudica o processo de criação e distribuição de dados, informações e
conhecimentos.
Isto estimula a empresa a procurar dentro dos
tradicionais departamentos, novos objetivos e propósitos, dentro da visão
holística e integrada.
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